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sexta-feira, 25 de janeiro de 2019

#15 COLAR



PLAYLIST do LIVRO
CONTOS pra CANTAR do INVENTOR do VENTO

#15 COLAR

Quem nunca teve um amor de verão?
E se não teve, corra pra praia e tenha
É bom!
Agora descarte as esperanças de ele subir a serra
Ou voltar pra cidade grande contigo
Descobri isso
Quando descobri que para o nosso coração
É impossível tomar banho de rio pelado
No forte do inverno
Ou seja
Autênticos amores de verão duram tanto quanto
Uma onda do mar
E nenhuma onda é igual à outra onda
Heráclito de Éfeso já tinha se ligado nisso
Quinhentos anos antes de Cristo
Vendo as ondas do Mar Mediterrâneo
E chamou isso de dialética.
*
No quase verão de 2013
Foi presenteado
(Por causa do lançamento do CD do CoV)
Pela Profa. Nara Liége de Oliveira
Com uma linda arte inspirada na canção “Colar”
De súbito a inspiração me arrebatou também
Nascia ali o livro
A MENINA DO COLAR E A GIRAFA ELÉTRICA
Escrito em 2014
Autopublicado em 2017
Acrescentei uma Girafa Elétrica
Para ser a melhor amiga da Menina
Na Praia de Baunilha
Uma personagem é meiga e lírica
Outra é espevitada e doida de pedra
Bolei 44 causinhos poéticos
Desenhados pelo traço didático
Quase oriental de Nara
Captando em visual
O que tentei pôr em palavras, pois:
A vida está em algum ponto entre
O Lírico e o
Absurdo”.
Vuuuush


quarta-feira, 4 de março de 2015

Sarau "Pimenta Cor de Rosa" II: Deusa dos Orixás & Colar


Oyá Iansã, que rege tempestades e relâmpagos com vento, fogo e paixões do rio Níger

            Seguimos o ventoso sarau “Pimenta Cor de Rosa” em homenagem às mulheres no tempo. Nas canções abaixo, a sensualidade das e o amor pelas mulheres. Primeiramente, na releitura do ponto de terreira, “A Deusa dos Orixás”, imortalizado pela voz de Clara Nunes e revisitado no acústico maresia, Navegantes de 2014, pelo CoV, cantamos sobre um triângulo amoroso: retire os nomes de santos e ponha Ana, Marcelo e Adriano e a história será a mesma. Triângulos amorosos de verdade possuem a fórmula 2v + 1d = 2 x 0: dois varões mais uma dama = um casal feliz vezes um solitário chupando dedo na falta de coisa melhor, como manga, por exemplo. Segundamemente, a balada “Colar”, escrita pelo Inventor do Vento, C. A. Albani da Silva, em 2011, e terceira faixa do disco do CoV, lançado em 2013: poesia lírica para a beleza barroca duma brejeira rapariga de verão.

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Ventosos Momentos - Lançamento do CD (Estúdio LACOS Bar, 14/12/2013)

Nara L. de Oliveira, Ilustração sobre a música “Colar” (C. A. Albani da Silva), quase verão de 2013


CoV Lançamento CDVentosos momentos no Estúdio LACOS Bar, 14/12/2013.






* Para ver as fotos desta noite em que o Vento soprou forte, acesse nosso Feicebuques

* E para ajudar a manter viva as utopias, com mais músicas, vídeos, poemas, contos e ficções, encomende o seu CD do "CoV": cavalgandoovento@gmail.com / carlosadriano.albani@gmail.com 
(51) 9678 7681 


Por fim,
um poema e uma prosa pro Natal e pro Ano Novo – só não sei mais qual seria pro Natal e qual seria pro Ano Novo...
Jardim interior
(Mário Quintana, 1906 a 1994, do livro “A Cor do Invisível” - 1989)

Todos os jardins deviam ser fechados,
Com altos muros de um cinza muito pálido,
onde uma fonte
pudesse cantar
sozinha
entre o vermelho dos cravos.
O que mata um jardim não é mesmo
alguma ausência
nem o abandono...
O que mata um jardim é esse olhar vazio
de quem por eles passa indiferente.


Tia Júlia e o escrevinhador
Pensou que seria uma ocasião privilegiada para pôr à prova a norma moral que havia feito sua desde jovem e segundo a qual era preferível compreender do que julgar os homens. Não estava nem horrorizado, nem indignado, nem surpreso demais.
(Dr. Alberto de Quinteros, conforme Mario Vargas Llosa, 1977)


P.S.: Durante as férias escolares o Vento sopra mensalmente
Até Breve!