Livro marcante. Inspiração para ajudar a nos desarmar de estúpidos preconceitos e ranços com quem expressa o seu amor, sentimento tão universal e necessário, que vem de maneiras diferentes. Vuuush
"Meu primeiro professor de poética aplicada. O cara que levou poesia para o centro da indústria cultural no século XX. De cantor de protesto a roqueiro concretista a cantor de mambembe e vaudeville a profeta gospel a cantor brega a trovador de um blues sujo retrô futurista a teólogo e erudito da Roma antiga a prêmio Nobel de Literatura".
"Uma das leituras mais inspiradoras e vertiginosas que fiz durante os anos de faculdade de História (lá por 2005). Leitura não-obrigatória, barroca, histórica, realista, mágica, lírica, trágica, cômica. Ritmo e fluidez incríveis desde uma alminha que encarna na Bahia tomada por holandeses em 1600 e pico até os anos de chumbo do militarismo brazuka na década de 1970".
"Marisa Lajolo e Regina Zilberman apresentam aqui um traçado consistente do nascimento, da consolidação e das transformações das práticas de leitura da sociedade brasileira, sem ignorar o fato de que cada época, cada obra e cada autor trazem consigo características próprias. Por esse viés, acompanhamos, fascinados, o amadurecimento do leitor - o que, por consequência, também nos esclarece sobre as conexões intrínsecas entre o universo fantasioso (e fantástico) da literatura e o mundo social em que habitamos".
"A ideia de que alguma vez existiu uma linguagem que expressasse de forma perfeita e inequívoca a essência de todas as coisas e conceitos possíveis ocupou as mentes dos filósofos, teólogos e místicos por pelo menos dois milênios. Neste livro, Umberto Eco investiga esse projeto utópico de se descobrir uma língua original, perfeita e única para todo o gênero humano".
"Uma conhecida máxima diz que é preciso estudar o passado para compreender o presente e construir o futuro. Nesse sentido, ao provar que não há uma tradição constante de racismo - que não é portanto, algo linear ou inerente à condição humana -, Bethencourt amplia nossa compreensão das relações interétnicas e contribui para o fim da história desse preconceito".
"O princípio supremo, tanto na política quanto na vida privada, deveria ser o de promover tudo o que for criativo e, assim, diminuir os impulsos e desejos que giram em torno da posse". Esta obra constitui potente reflexão sobre os elementos que levam o homem a estados de beligerância e os níveis em que isso poderia ou deveria ser evitado, contribuindo decisivamente para a fama de Russell como crítico social e pacifista.
1.Outro dia que não acaba/ Outro navio partindo /Outro dia de raiva, de amargura e dúvida / Eu sei como isso aconteceu /Eu vi isso começar /Abri meu coração pro mundoe o mundo me engoliu /2. Olá, Marilu / OláDonaPérola /Minha turma vem do submundo / Nenhuma estrela no céu brilha mais que vocês /As garotas são um negócio que eu faço também /3. Sou inimigo de traições /Inimigo do conflito /Inimigo da não vida vivida sem sentido /Não sou um falso profeta /Apenas sei o que sei /Eu vou somente onde os solitários podem ir / 4. Sou o primeiro dentre os iguais /Ninguém me ganha /Última bolacha do pacote /Pode jogar uma pá nos outros /Enterrá-los pelados só com prata e ouro /A sete palmos do chãoe depois rezar um pouquinho /5. O que tu estás procurando /Não há nada pra se ver /Apenas uma brisa me envolvendo /Vamos passear no jardim /Tão comprido e largo /Podemos sentar na sombra ao lado do fonte /6. Procurei no mundo todo / Pelo Santo Graal /Eu canto canções de amor /Canto também canções de traição / Não repare na minha bebida /Nem na minha comida /Escalei aquela montanha de espadas com os pés-descalços /7. Tu não me conhece, queridinha / Nunca vai adivinhar /Não pareço nem um pouco com essa pinta de fantasma que tenho /Não sou um falso profeta /Só digo o que digo /Estou aqui para me vingar da cabeça de alguém / 8.Estenda sua mão /Não existe nada pra se agarrar /Abra bem a boca /Vou enchê-la com ouro / Oh pobre diabo, procure se quiser /A Cidade de Deus fica no alto daquela lomba / 9. Olá, estrangeiro /Um solene tchau / Você governou esta terra /Mas eu também /Você perdeu a sua mula /Seu cérebro está envenenado /Vou te acorrentar e algemar /10. Sabe, queridinha /Esse tipo de vida que levo /Quando teu sorriso se encontra com o meu, quer dizer alguma coisa / Não sou um falso profeta /Não sou a noiva de ninguém /Não me lembro quando nasci / Já esqueci até de quando morri…
(Livre tradução por Inventor do Vento, C. A. Albani da Silva)
280
milhões de seres, mais os que já se foram, pensam na língua do
marinheiro Camões.
Nesta
semana novamente alguns paspalhos utilizaram nossa língua pra
lamber general e pistoleiro.
Enquanto
isso, grandes poetas se foram: por causa da pandemia ou enojados de
envelhecer à sombra do fascismo - palavra também do latim que
significa “açoitar os escravos”. Claro, para a extrema-direita, hoje no governo federal, escravos são todos aqueles que discordam de seus lucros,
preconceitos e armas.
O
poeta ALDIR BLANC foi o herdeiro direto de Noel Rosa, cantar as
letras do samba como documentos do morro, das crônicas do carnaval,
da cerveja quente da vida noturna.
O
poeta do corpo FLÁVIO MIGLIACCIO foi um grande cômico brasileiro
encenando o lado infantil do riso sem apelar para o riso dos ratos.
O
poeta CIRO PESSOA abriu a sonífera ilha de nosso surrealismo, porque
não será o medo da loucura que nos fará arriar a bandeira da
imaginação.
Uma
boa notícia no dia de hoje: O Velho Marx, maior pensador do século
XIX, comemora 202 anos de nascimento. O primeiro filósofo, cumpádi,
a colocar a classe trabalhadora no centro da sociedade.
(c.
a. albani da silva, o inventor do vento, 05/05/2020)
A querida Profa. Angela Xavier me convidou para gravar um vídeo, falando da minha caminhada profissional e trazendo algumas curiosidades históricas para o seu canal no YouTube.
Então te inscreve no canal da guria: "Desconstrução Histórica" e confere aí minha prosa sobre os 100 anos da escritora Clarice Lispector e do cineasta Federico Fellini.
Bons ventosss ao conhecimento histórico, à leitura e à pesquisa, nesses tempos em que não ter memória e arrotar ignorância parece ser coisa bonita, mas não é!
Jujuba entrevista o sábio chinês CONFÚCIO (551 a 479 a.C.) e ele fala sobre a China de ontem e de hoje e sobre o Ocidente.
Texto por Inventor do Vento: C. A. Albani da Silva.
cavalgandoovento.blogspot.com.br
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Vuuush
Uma oração aos deus Lóki, em honra e glória ao Dia da Mentira!
Mais um podcast poético do Inventor do Vento!
Vuuuush
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