Mostrando postagens com marcador Poesia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Poesia. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 20 de setembro de 2022

OS GAÚCHOS CÓSMICOS



O que tem de universal no regionalismo gaúcho?

Neste pocket show bem-humorado, poético e musical, o Cavalgando o Vento apresenta uma charla, com muita cantoria, entre os personagens Charles Adrián-Rojo e o Abuelo Silva em busca dos Gaúchos Cósmicos.
Com Carlos Albani e Douglas Farias.
Produtora assistente Juliana Negreiros
Repertório:
Vinheta do Filme O SOBRADO (De Walter Durst e Cassiano G. Mendes)
Papagaio Pandorga (Gelson Oliveira)
Poema Excelsa Guia (Douglas Farias)
Causo Farrapo (Vitor Ramil)
Deu Pra Ti (Kleiton e Kledir)
Pegadas (Bebeto Alves)
Já dormi em cemitério (Gildo de Freitas)
Romance do Pala Velho (Noel Guarany)
Negrinho do Pastoreio (Barbosa Lessa)
Medicina Rústica (Carlos Albani)
Esses Moços (Lupicínio Rodrigues)
Trecho do livro ASSIM NA TERRA de Luiz Sérgio Metz
Canto dos Livres (Cenair Maicá)
Bugio Não É Donkey Kong (Carlos Albani)
Quer levar pra sua escola ou espaço cultural? Agende-se!
cavalgandoovento@gmail.com
Quer contribuir para mais espetáculos do CoV:
Pix: 51 9 9678 7681
Vuuuuush
Siga @cavalgando_o_vento
cavalgandoovento.blogspot.com.br
YouTube/user/AlbanidaSilva

segunda-feira, 19 de julho de 2021

ROSAVENTA volume 4

 

EXTRA! EXTRA! SAIU A ROSAVENTA DE JULHO!
No desafio vertiginoso de compor novas páginas de poética ficção todomês, com meus amigos Ane Minuzzo e Douglas Farias, o selo Cavalgando o Vento (CoV) te convida pra baixar FREE e ler QUANDO DER o novo volume de ROSAVENTA que canta escritores e artistas nascidos ou falecidos em JULHO.

quarta-feira, 2 de junho de 2021

JOYCE

 

O mês de Junho é o mês de James Joyce (1882-1941).
O cara que mostrou o tamanho da épica classe média...
E você:
Já ouviu o TANGO DO ULYSSES DE JOYCE AQUI NO BRASIL?
Eu não sei sambar
E ela não conhece o tango
Eu não sei tangar
E ela não sambou pois caiu um tombo
Busco a paz mundial
Mas vivo num inferno astral
Nem tenho mais cartas na manga
Ganhei um livro qualquer
Com a receita pra ser feliz
Comendo somente meia colher
Eu não sei sambar...
E ela não conhece o...
Meu time perdeu outra vez
Comprei um violão chinês
E nele componho tangos
Vou ao cinema ver filme 3D
Noite e dia penso em você
E rogo a todos os deuses que ainda existem
Quando o verão chegar
Faço minhas malas e vou viajar
São Salvador ou Florianópolis
Eu não sei tangar...
Pois ela já caiu um tombo...
Tã-tã-tã-tã-tã-tan
Você conhece o tango?
Quem realmente conhece?
Eu não conheço o tango!
Mas não confundo com o mambo!
Anulo o meu voto
Odeio a política
Saio de casa somente com um bom guarda-chuva
Me faço de bobo
De pobre coitado, quando convém
Vivo uma vida que não interessa a ninguém
(Será?)
Sou de Leão
Bem esforçado, mas inseguro
Tímido e um pouco atrapalhado
E quando vem o fim do mês
Quito uma dívida por vez
Renovo as esperanças
Eu não sei sambar...
E ela nunca ouviu um tango...
Tango do Ulysses
De brasileiro que se casou
Com uma bela bailarina argentina
Cevo um mate em Buenos Aires
Minha alma se expande no pampa infinito
O mundo aqui é tão bonito
Pero yo no se zambar
Y ella no conoces el tango
Você já leu James Joyce?
Que é que ouve Gardel?
Será que Homero existiu?
Tã-tã-tã-tã-tã-tan
Não sei se estou dentro ou fora
Não, não, não, não, não
Nesse Cavalo de Tróia
Lá lá / lá lá / lalalay
Ando tão triste
Mas ninguém repara
Preciso comprar uma arma ou sair na TV
Bangue-Bangue!
*Dedicada ao tangueiro da Sbórnia: Hique Gomez
**Bateria por Alemão Cristiano
***Todo o resto pelo Inventor do Vento
****Lab. de Sons, 2018.
*****Vuuuush

sexta-feira, 28 de maio de 2021

SR. CAFÉ

 

Maio é tempo da colheita do café no Brasil.

Letra, música, guitarras e voz por c. a. albani da silva, o inventor do vento

Tambores sampleados de Inezita Barroso - Soca Pilão (1954)

Imagens sampleadas do doc "O Café" (1958) de Humberto Mauro.

Gravata/Ó

SR. CAFÉ (c.a. albani da silva, o inventor do vento) Quanto chicote no lombo do preto, Sr. Café? Na ilha de Java, no mar do Caribe também tu reinou, Sr. Café No contrabando do turco, a Anatólia também te venera, Sr. Café Dom Palheta te plantou, amarga planta No Grão-Pará, no Maranhão Presente francês, os saques, as sacas As safras etíopes pelas montanhas A Índia te planta em Goa, os lusos não dormem mais, Sr. Café Como operários ingleses nas fábricas de Manchester, Sr. Café Corpos cansados, barrigas de fome Insone, insones Na bolsa tu vales mais que 80 minas de diamante, Sr. Café Ferrovias fluminenses, paraíbas a vapor Reduzido a pó pelo pilão, o teu grão, o teu grão, Sr. Café Imigrantes na ponta da enxada te odeiam e te desejam, Sr. Café Suntuosos palácios erguidos, mesquinhos barões derrubados, no cafezal Vidas rurais em ruínas Sobrados não mais caiados E ainda discutes política? E ainda discutes política? Escravocratas, republicanos Terras-roxas, no rio Paraná Água fervendo, água fervendo Água fervendo para o senhor Café One more cup of coffee before I go to the valley below #10 Anos Lab. de Sons CoV @cavalgando_o_vento Cavalgando o Vento - CoV (Facebook) cavalgandoovento.blogspot.com

segunda-feira, 24 de maio de 2021

O CIRCO DE JOANA: Expressões Poéticas

 

INTRODUÇÃO
Houve na história da música brasileira e do teatro um grande circo místico. Agora é a vez do Cavalgando o Vento (CoV) apresentar o seu pequeno circo psicodélico.

Emprestados os óculos ao Dylan, ao Walter e ao Minois, numa noite breu-pandêmica de novembro 13, feira de sexta, calendas, idos e nonas de 2020, o Inventor do Vento, c. a. albani da silva, pelos ubres da imaginação e nas urbes do Gravata/Ó, viu a Joana, em sua primeira aparição, como vidente que nos encarava e não enxergava ninguém o que é todo mundo. Já no sábado à tarde a caravana Vushiana estava lá moendo em migalhas 7 poetas, famosobscuros, tomando chá com folhas e pedaços de eu, no museu das novidades, nos prognósticos gregos e contra-cartesianos de Joanita Vushiana. Sem falar, mas já falando, do carpe diem, tiovô de todos nós, surdo dum olho, cego do outro ouvido, Joana ou não, pelas luzes e balsas do rio Amapá, pelas guerras astrais do século XIX que servem as mesmas drogas de sempre, servindo nunca aos servos. Finalmente na sua segunda encarnação, 180 dias depois, Joana fundou um circo, e chegou toda-espelhos, balouçada de trouxas, trapos, tragos e truques. Deitada na rede virtual dos cérebros eletrônicos de 2021, fazendo figa para esconjurar o vírus, o desemprego, o mal-emprego, o fascismo o Laboratório Criativo Vushiano expressou 10 vezes Joana em poemas, cantos, corpos e filmagens artesanais. Aqui está o encarte do show, o programa da orquestra, o manifesto do partido, o hinário da igreja, as regras do jogo, as leis da constituição, o tratado jurídico-propedêutico, a gramática dos signos, a bula do placebo, o manual para deitar aos pés de Joana. Enquanto circenses formos, seremos. P.S.: Fernando, o luso, foi o testamenteiro no ano de 6891. Vuuush Leia o encarte do espetáculo aqui:
https://drive.google.com/file/d/1-gIORsLPJ6xEFhbcl5wZt0Odl34vKSvn/view c. a. albani da silva, o inventor do vento, 22 de maio de 2021 a todos os vushianos: jujuba negreiros antonio ramos de las flautas nara liége joice “little joy” alves doug the old farias ane minuzzo ---------------------- cavalgandoovento.blogspot.com YouTube/AlbanidaSilva @cavalgando_o_vento Cavalgando o Vento – CoV cavalgandoovento@gmail.com

segunda-feira, 12 de outubro de 2020

Louise Glück


A Nobel de Literatura deste ano é poeta e mujer: LOUISE GLÜCK! Seus livros nunca foram traduzidos para o nosso Brasil que, mesmo hoje capacho do Tio Sam (outra vez), e bombardeado por música em inglês, há 50 anos, desconhece a poesia (muito boa!) da América do Norte. Já tinha lido ela no jornal Rascunho, que assino há anos, e catei aqui na revista Piauí esses versos traduzidos pelo Arthur Nestrovski, em 2018:

ARCHAIC FRAGMENT
I was trying to love matter.
I taped a sign over the mirror:
You cannot hate matter and love form.

It was a beautiful day, though cold.
This was, for me, an extravagantly emotional gesture.

……. your poem:
tried, but could not.

I taped a sign over the first sign:
Cry, weep, thrash yourself, rend your garments –

List of things to love:
dirt, food, shells, human hair.

……. said
tasteless excess. Then I

rent the signs.
AIAIAIAI cried
the naked mirror.


FRAGMENTO ARCAICO
Tentava ter amor pela matéria.
Colei uma frase no espelho:
Não se pode odiar a matéria e amar a forma.

Fazia um dia lindo, mas frio.
Isso, para mim, era um gesto de extravagância emocional.

……. teu poema:
tentei, mas não deu.

Colei outra frase em cima da primeira:
Grita, chora, te escabela, rasga tuas roupas –

Lista de coisas para se amar:
Sujeira, comida, conchas, cabelos

……. disse
excesso de mau gosto. Então

arranquei as frases.

AIAIAI gritou
o espelho cristalino.

– LOUISE GLÜCK (1943)

terça-feira, 22 de setembro de 2020

BEDROOM POP - Douglas Farias

 

A primavera já me trouxe benefícios:
Hoje garanti meu livro de poesia
BEDROOM POP
Obra do meu primeiro grande aluno
DOUGLAS FARIAS
E como ele diz
Na bundinha do livro:
"Ao que resta do guitarrista na boca".

sexta-feira, 5 de junho de 2020

JOSÉ CHAGAS



JOSÉ FRANCISCO das CHAGAS (1924-2014)

PALAVRADOR / A PALAVRA ACESA (Da Paraíba e São Luís do Maranhão)
Vuuush


















 





terça-feira, 5 de maio de 2020

LÍNGUA, DITADURA E POESIA


É dia da língua portuguesa, cumpádi.
A língua dos nossos pensamentos. Filha do latim.
280 milhões de seres, mais os que já se foram, pensam na língua do marinheiro Camões.
Nesta semana novamente alguns paspalhos utilizaram nossa língua pra lamber general e pistoleiro.
Enquanto isso, grandes poetas se foram: por causa da pandemia ou enojados de envelhecer à sombra do fascismo - palavra também do latim que significa “açoitar os escravos”. Claro, para a extrema-direita, hoje no governo federal, escravos são todos aqueles que discordam de seus lucros, preconceitos e armas.
O poeta ALDIR BLANC foi o herdeiro direto de Noel Rosa, cantar as letras do samba como documentos do morro, das crônicas do carnaval, da cerveja quente da vida noturna.
O poeta do corpo FLÁVIO MIGLIACCIO foi um grande cômico brasileiro encenando o lado infantil do riso sem apelar para o riso dos ratos.
O poeta CIRO PESSOA abriu a sonífera ilha de nosso surrealismo, porque não será o medo da loucura que nos fará arriar a bandeira da imaginação.
Uma boa notícia no dia de hoje: O Velho Marx, maior pensador do século XIX, comemora 202 anos de nascimento. O primeiro filósofo, cumpádi, a colocar a classe trabalhadora no centro da sociedade.
(c. a. albani da silva, o inventor do vento, 05/05/2020)





quarta-feira, 25 de março de 2020

Ibsen e o Inimigo do Povo



Acho que desde o século XIX o capital não vivia a ameaça de uma greve global de trabalhadores, no caso, por motivos sanitários, não por iniciativa do movimento operário ou sindical... E a reação do capital é rápida e rasteira em vários lugares, evidentemente, no Brasil: não ceder ou ceder tiquinho do orçamento público aos assalariados; inclusive chegar ao ponto de aberração de se defender o fim da quarentena, porque "só velhinhos podem morrer" e a economia, ou seja, os lucros, não podem baixar. O novo vírus é uma doença infeliz, mas em poucos dias de alarme, eu vi muita gente simpatizando com ideias trabalhistas que até então pareciam obscuras, como taxar o lucro e as grandes fortunas financeiras para custear fábricas e salários durante a pandemia.
Acredito profundamente na POESIA como um filtro para podermos suportar essas situações complicadas e mais, a POESIA é inspiração para agirmos criativamente diante do caos. Por isso o poema de hoje é sobre uma infecção inesperada e mortal que também podia atingir o bolso da iniciativa privada, de um governo tomado por ela, e que resolvendo passar por cima da saúde, essa mesma burguesia tomou como inimigo o médico que descobriu a crise sanitária na cidade. É uma das peças de teatro mais interessantes do HENRIK IBSEN (1828-1906) que eu tentei interpretar oralmente em 5 minutos: O INIMIGO DO POVO de 1882.
Vuuush

segunda-feira, 23 de março de 2020

O ENCONTRO COM O CONDE LEÃO



Quer conhecer um pouquinho de um dos maiores escritores do mundo, o russo Leão TOLSTÓI (1828-1910)? Ouça então esse pod POEMA cast do Inventor do Vento! Vuuush


O ENCONTRO COM O CONDE LEÃO
*Dedicado ao meu amigo Tiago Oliveira

Foi durante aquela gripe danada
Três anteontens e o mundo parado
Me encontrei com o Conde Leão
Ele veio atrás de mim
Me convidou para lecionar
Na escola que havia fundado
Para os agricultores do seu feudo
Chamava Poliana, a Escola do Campo Limpo
Logo ali na Rússia, tão grande Rússia
Único lugar do mundo onde o conde cabia
Eu disse que ia pensar sobre o caso…
Para me convencer, afirmou o conde ser
O Cristo um tipo de anarquista
E que nenhuma igreja prestava
E que nenhum governo inspirava confiança
Mas eu soube depois que
O conde escreveu uma cartinha bajulando o imperador também…
Claro, não falei nada sobre isso
Perguntei sobre o funcionário Ivan, como ia?
O conde me disse “esse já morreu”
Perguntei sobre sua esposa então, Sofia Andreia
Tão prestativa para organizar os seus livros famosos
O conde começou a discursar contra o adultério
Citou o caso de uma conhecida sua chamada Ana
Ela traíra o marido
Mas ele falou de forma tão linda, tão intensa,
Tão apaixonadamente sobre Ana
Que me pareceu que invés de condenar
Ele estava elogiando o adultério
E a guerra, como vai”?
Ele havia servido, por anos, quando guri
Nas batalhas do Leste europeu
Entre as montanhas do Cáucaso e dos Cárpatos
Na península balcã
Matou gente, bebeu vodca, jogou dados
Fez muita sacanagem o conde nessa época
Mas agora, idoso, se arrependia de tanta grosseria
E a paz então como vai, velho conde”?
Ele disse que “o único caminho para a paz”
Era resumindo o Sermão da Montanha”
Em quatro princípios”:
Não queira mal a ninguém / Não traía a sua mulher / Não minta / Não resista à maldade usando da violência”
Deus existe e está dentro de cada homem”
Escondido ou escancarado”
Eu completei o seu nobre pensamento assim
O velho conde sorriu para mim orgulhoso
E afirmou:
Portanto a paz é uma questão de consciência moral”
E de iluminação pessoal, meu garoto”
Me enfureço com a pobreza dos trabalhadores”
E com o luxo dos ricos”
Mas não adianta nada fazer uma revolução ou a rebeldia”
A liberdade pode muito bem ser uma ilusão”
Velho conde, vou te dizer”:
Foi por isso que um escritor francês”
Seu fã”
Te chamou de 'conservador revolucionário'”
Numa biografia feita um ano depois que tu morreu”
O conde, ao ouvir isso, grunhiu
E me mostrou um punhado de cartas que
Ele havia trocado com Gandhi, aquele da Índia
Ele ainda trabalhava na África do Sul, nessa época”
Me corrigiu o conde
Falei “bonito, bacana, gosto desse cara”
Mas perguntei: “o que tu anda lendo além das cartinhas do Gandhi?”
Ele disse que tinha lido tudo que
Havia sido escrito no Ocidente
Desde a Grécia até a Roma
Até os Renascentistas europeus
Até os modernos do século XIX
Mas que ele achava tudo uma bosta!
Ele só gostava mesmo da Bíblia
Porque era a única coisa que o povo entendia
Eu lhe lembrei que o seu calhamaço sobre Napoleão
(Guerra e Paz)
Tinha agradado ao grande público também, lá em 1869
Ele disse que esse seu romance também era uma bosta!
Para encerrar lhe perguntei então
Por que você fugiu de casa para morrer?”
Em 1910, Conde Leão Tolstói”
Porque mesmo aos 82 anos de idade”
Tudo aqui dentro de mim, meu filho”
Era desconforto, queimava e doía”.

*Texto e narração por Inventor do Vento, C. A. Albani da Silva.

sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

Contos Pra Cantar do Inventor do Vento


Direto das NUVENS:
Nasceu o primeiro livro de histórias
do Inventor do Vento - CONTOS pra CANTAR!
São mais de 70 letras de músicas, causos modernistas, poemas ventosos!
Encomende o seu (Pelo Feicebuquis, Uats ou Email)!
Produção totalmente independente!
Cópias limitadas!
E vamos sempre Cavalgando o Vento!
Vuuuuuuush!






sábado, 13 de agosto de 2016

O amor é gostoso que nem pastel com ovo: uns se lambuzam, outros passam fome na rodoviária (playlist)

“O amor é gostoso que nem pastel com ovo: uns se lambuzam, outros passam fome na rodoviária”

As múltiplas manifestações do amor (e da falta dele!) em 10 canções do Inventor do Vento, C. A. Albani da Silva, numa playlist amorosa:

    1)   Ramalhete de flores de fogo (que a chuva apagou): As paixonites, apesar das diferenças.


    2)   O amor é tão bom: Ou a sátira do casamento na adolescência.

    3)   Colar: Ou a lírica dos amores de verão.

    4)   Os Noivos: Ou a crônica FolkPunkSertaneja do casamento na roça; 

    5)   Canção do tudo passa - Valentina & Jerônimo: A crônica do casamento na favela;

    6) Até Breve: Ou a lírica do amor sem futuro nem passado – o primeiro amor!

    7)   Adaga de Prata: Decidiu morrer virgem porque a mãe ensinou que só havia maldade nos homens / Mitológicas do machismo x feminismo.

    8) O Esqueleto: Traído até pelo cãozinho de estimação.

    9) Nosso amor é punk brega: Uma homenagem em estilo MPB ao Rei do Punk Brega e a todos que amam ao som dele: Wander Wildner.

    10) A dançarina Jéssica: Gravada no tecladinho do Seu Fulê para todas as dançarinas de cancã do mundo.