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segunda-feira, 19 de julho de 2021

ROSAVENTA volume 4

 

EXTRA! EXTRA! SAIU A ROSAVENTA DE JULHO!
No desafio vertiginoso de compor novas páginas de poética ficção todomês, com meus amigos Ane Minuzzo e Douglas Farias, o selo Cavalgando o Vento (CoV) te convida pra baixar FREE e ler QUANDO DER o novo volume de ROSAVENTA que canta escritores e artistas nascidos ou falecidos em JULHO.

segunda-feira, 30 de março de 2020

A UTOPIA DE TOMÁS MORUS



Você conhece o país da UTOPIA, que já foi considerado o Paraíso na Terra? Não? Então em 5 minutos de podcast o Inventor do Vento vai passear contigo por lá, no livro mais famoso do escritor TOMÁS MORUS (1478-1535). Vuuush *Texto, narração e edição por C. A. Albani da Silva, o Inventor do Vento, no Lab de Sons do Vento, 2020. @cavalgando_o_vento cavalgandoovento.blogspot.com.br

sábado, 2 de julho de 2016

200 postagens



E o blogue do projeto cultural Cavalgando o Vento (CoV) chega aos 200 capítulos/postagens:
            200 formas de fazer poesia
                        200 jeitos de cantar
                                   200 histórias pra contar!
Que os ventos da IMAGINAÇÃO soprem fortes contra a mesmice e a repetetice desse mundo velho medonho maluco.
(C. A. Albani da Silva, o Inventor do Vento)

A GURIA DA LIVRARIA
(C. A. Albani da Silva, o Inventor do Vento)

Mesmo que seja Sexta-Feira Santa
Chegando logo a folia do Carnaval
No calor da tarde, no frio da noite, em qualquer dia
O que vale mesmo é a guria da livraria

Alguém anote o telefone, endereço
Da Marilyn Monroe de cabelos negros
Lendo História, Poesia ou Economia
Eu leio mesmo é a guria da livraria

Ainda que fosse uma Tragédia grega
Ou uma daquelas Histórias de Terror
Autoajuda, Best Seller, Fantasia
Não tenha medo, guria da livraria

Don Juan está na sala de operações
E o Conde Drácula aparou o seu bigode
Façam plástica, malhação, terapia
Só deixem em paz a guria da livraria

Onde estão todas as cópias para a faculdade?
E aquela pasta com os arquivos digitais?
Bebendo rum, talvez licor, com os piratas
Mas não demitam a guria da livraria

Se a música não tocar no rádio
Tampouco o filme no cinema passar
Jogo estas letras todas num Romance
Para que o venda a guria da livraria

quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

Para quando Alice acordar: 150 anos do livro “Alice no País das Maravilhas”

Peter Newell, Alice in Wonderland, 1890 
                                  
         Em 1865, portanto, há 150 anos, na Inglaterra, o professor, matemático e entusiasta da fotografia Charles Lutwidge Dogdson, conhecido como Lewis Carrol (1832 – 1898) lançou o mais estranho e fascinante dos livros para crianças: Alice no País das Maravilhas.
        Em 1871, foi a vez de bolar uma continuação: Alice do outro lado do espelho.
        Descendo pela toca do Coelho Branco com Alice encontraremos sonho, surrealismo e muitos personagens legais.
         Cavalgando o Vento canta então um pouco desse universo fantástico em “Para quando Alice acordar”. 

Para quando Alice acordar
(C. A. Albani da Silva, o Inventor do Vento)

O Mestre Gato sumiu
Com a cartola do Chapeleiro que
Ficou doido

O Chapeleiro chamou
A Lebre Louca pra beber um chá
De desaniversário

A Lebre Louca quem viu
Um Coelho apressado
Procurando a sua Rainha

Sonhar não custa nada
Então aproveita que é de graça
E enquanto dorme

O Coelho Branco tocou
A corneta pro Exército do naipe
De Copas

O batalhão de cartas se embaralhou
Ao pintar a roseira branca
De carmim

Da roseira saiu
A Lagarta Azul que ofereceu conselhos
Ao Tweedlee Dee

Sonhar não custa nada
Então aproveita que é de graça
E enquanto dorme

O Tweedlee Dee não sabia
Se era ele ou Tweedle Dum
Quem sabia

Da história da Morsa faminta
E seu amigo ainda mais faminto
O Carpinteiro

O Carpinteiro lembrou
Do banquete de ostras que
A Morsa devorou

Sonhar não custa nada
Então aproveita que é de graça
E enquanto dorme

Uma flor do jardim cantou
A pedidos
Da ave Dodô

O Dodô dançando fechou
A boquiaberta
Da porta

O negócio às vezes é
Encolher
Pra depois se espichar

E Dinah ronronou
Quando Alice acordou
De mais um sonho febril
Ah! De mais um sonho febril

Para quando Alice acordar (4x)